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Pedro Nogueira Photography

Um blog para mostrar as minhas fotos e para escrever sobre tudo o que me vier à cabeça …assim haja tempo.

Terá o meu desejo sido escutado?

21
Jul22

As operadoras como a SportTV deviam ter a hombridade de permitir que o espectador pudesse optar por assistir aos jogos de futebol - e outros eventos - apenas com o som ambiente. Já o afirmo desde sempre, mas por razões tecnológicas óbvias, desde que a televisão entrou na era digital que o faço com mais veemência porque sei que, havendo vontade, isso está apenas ao alcance de um botão.
Com a oferta dessa opção o espectador era mais bem servido e até ajudava a que, mais tarde ou mais cedo, os ‘comentadores’ desportivos ‘isentos’ fossem extintos com alguma dignidade.
Não só deveria ser possível fazê-lo, como deveria ser publicitado. Estou em crer que até hoje esse serviço nunca foi facultado apenas por manifesta má vontade e porque para tal era preciso haver coragem para pôr fim a ‘tachos’ a partir dos quais tanta nulidade se alimenta.
Li algures que agora já é possível desactivar os monocórdicos de serviço durante os jogos do Sporting CP, FC Porto e SL Benfica transmitidos em directo nos canais SportTV.
No caso de uma box da MEO, é necessário ir a ‘Opções > Idiomas Falados’ e mudar de ‘Português (áudio)’ para ‘Alternativo (áudio)’.
Experimentei agora na SportTV6, numa transmissão de golfe em directo e ao seguir os passos supra citados, mudou os comentários para inglês. Já é uma mais-valia, no entanto não acredito que nos referidos jogos da Liga se vá conseguir calar a insuportável camarilha de serviço. Era bom de mais para ser verdade. Vamos esperar por Agosto. A confirmar-se, este sim, seria verdadeiramente um serviço público. Um descanso para a sanidade mental daquele espectador que paga e bem pelo serviço e que gostaria de não ter de passar um jogo inteiro a ouvir conversas de café, debitadas por tendenciosos ‘mestres’ da táctica, mas é também por isso mesmo que não creio que funcione ou que venha a funcionar. Há muita gente influenciável e os opinion makers não estão lá por mero acaso.
Até ver, não me vou deixar iludir por esperanças vãs.

E vocês, já viram a ‘Glória’?

12
Nov21

Sem spoilers, posso dizer que apesar de tudo, vale a pena ver a série.

Não deixem de ver nem de dizer que gostaram só porque a série é portuguesa. De certeza que já todos viram bem pior e aplaudiram. Se não gostarem, digam também :)

Qualidade áudio deixa muitíssimo a desejar - conforme já referi em post anterior - o que é imperdoável. Quase desisti ao primeiro episódio graças a isso. Se tivessem gasto menos em tabaco, talvez tivessem tido orçamento para fazer melhor.

Alguns actores com interpretações que, como diria a minha avó, valha-me Deus, de tão fraquinhas que são. Muitos clichés, como um ministro com vida dupla, um soldado que na guerra do Ultramar dá um tiro num pé para voltar para casa. O jovem engenheiro que dá a volta à cabeça da saloinha lá da terra e mais alguns que agora não me lembro.

No entanto não deixa de ser um thriller de espionagem com um enredo interessante.

A acção decorre em 1968, anos finais da ditadura e durante a Guerra Fria, na aldeia Glória do Ribatejo, no centro de rádio retransmissão ‘RARET’, que servia para transmitir propaganda ocidental para os países do Bloco de Leste.

É precisamente na 'RARET' que trabalha o protagonista, um jovem engenheiro que apesar de filho de um dirigente do Estado Novo, é nada mais, nada menos que um recruta do KGB.

* palpita-me que não se vai ficar pela 1ª temporada.

** Obrigado ao SAPO pelo destaque dado a este post.

 

Glória 650px.jpg

Terá sido para a PIDE não ouvir?

08
Nov21

Se a série “Glória” atingir a dita, não será certamente graças à péssima qualidade do áudio.

A série portuguesa que estreou na Netflix até era capaz de se ver bem, não fosse a qualidade das pistas de áudio das vozes ser paupérrima. O volume tem de estar num tal nível para se perceber o que aquela gente diz que quando entram as pistas com banda sonora, um indivíduo até tem de pôr queijo nos ouvidos. Ou é isso ou falam todos para dentro. À bela maneira tuga, talvez tenha sido a forma que arranjaram para dar um ar mais dramático à coisa. É pena, mas a qualidade do áudio arrasta a Glória para a lama.
Terá sido para a PIDE não ouvir? :)

* a partir do 4º episódio já está melhor.

Glória 650px.jpg

A sério, só essas duas?

09
Ago21

Encontrei este artigo no SAPO e 'Qual foi a última vez que viste uma série não americana?' é a pergunta que deixam no ar.

Dizer que se vêem séries não americanas e ficarem-se por 'La Casa de Papel' e 'Peaky Blinders' é não ir além do óbvio. É como pensar que por se comer pizza e hambúrgueres já se é um conhecedor da cozinha internacional.

Eu pergunto a mim mesmo 'Quando foi a última vez que vi uma série americana?'

Para quem como eu vê Netflix, deixo aqui parte da lista de séries não americanas que já vi e que batem aos pontos muito do lixo bem cotado que por lá anda.

Uma melhores, outras piores, mas, quanto a mim, diferentes para melhor relativamente ao mainstream.

A ordem é alfabética, nada mais do que isso.

13 Mandamentos (Bélgica)

1983 (Polónia)

A Revolução (França)

A Traidora (Reino Unido)

Bárbaros (Alemanha)

Black Earth Rising (Reino Unido)

Capitani (Luxemburgo)

Collateral (Reino Unido)

Criminal: Reino Unido (Reino Unido)

Deadwind (Finlândia)

Delhi Crime (Índia)

Fuga para o Lago (Rússia)

Giri / Haji (Reino Unido / Japão)

Jogos Sagrados (Índia)

Lodo (Polónia)

Lupin (França)

Marcella (Reino Unido)

Morte no Bosque (Polónia)

O Bando (Reino Unido)

Os Crimes de Valhalla (Islândia)

Os Ladrões do Bosque (Bélgica-Holanda)

Peaky Blinders (Reino Unido)

Rebellion (Irlanda)

Stateless (Austrália)

The Code (Austrália)

The Serpent (Reino Unido)

The Spy (França)

The Stranger (Reino Unido)

Tribes of Europe (Alemanha)

Undercover (Bélgica-Holanda)

Wallander (Suécia)

White Lines (Reino Unido)

Znaki (Polónia)

De facto, existem mesmo extraterrestres…

03
Ago21

…embora de uma espécie de baixo QI, vivem entre nós e legendam filmes e séries para a Netflix.

UFO é o acrónimo para ‘Unidentified Flying Object’ e em português o acrónimo correspondente é OVNI e significa ‘Objecto Voador Não Identificado’. Posto isto, porque diabo há gente tão ignorante que permite que outros da mesma igualha escrevam ‘OVNI’ com acento agudo no ‘O’?

A pergunta é retórica já que duvido que os apreciadores deste tipo de conteúdo notem a diferença.

Para terminar, permitam-me referir que o plural de OVNI é OVNIs e quanto a 'Projetos' é fruto de outra aberração do além que dá pelo nome de AO90 e que apenas merece o meu desdém.

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Bridgerton

09
Jan21

Uma vez que comecei, fui até ao fim. Com muito esforço vi os 8 episódios de “Bridgerton” e posso afirmar que está para as séries de TV, como as canções da Eurovisão estão para o mundo da música.

Não passa de uma telenovela rasca - perdoem-me a redundância – à qual acresce as legendas.

O trágico é que dá todos os sinais de que se vai estender por mais temporadas.

Percam o vosso tempo à vossa inteira responsabilidade.

The Little Things

04
Jan21

O xerife adjunto do condado de Kern, Joe “Deke” Deacon é enviado a Los Angeles para o que deveria ter sido uma simples e rápida recolha de provas. No entanto, ele envolve-se na busca de um assassino que está a aterrorizar a cidade. Liderando a caçada, o sargento Jim Baxter do Departamento do Xerife de L.A., impressionado com os instintos de Deke, não oficialmente contrata a sua ajuda. Mas enquanto eles seguem o assassino, Baxter não sabe que a investigação está a desenterrar ecos do passado de Deke, revelando segredos perturbadores que podem ameaçar mais do que o seu caso.

Um filme de John Lee Hancock com Denzel Washington, Jared Leto e Rami Malek.

Assista ao trailer.

The Little Things.jpg

Lupin

04
Dez20

Ainda adolescente, a vida de Assane Diop deu uma volta quando o seu pai morreu após ser acusado de um crime que não cometeu. 25 anos depois, Assane usará "Arsène Lupin, Gentleman Cambrioleur" como sua inspiração para vingar o seu pai.

Série inspirada nos famosos romances policiais franceses de Maurice Leblanc, publicados no início do século XX.

Estreia marcada para 8 de Janeiro na Netflix.

Assista ao trailer.

Lupin.jpg

Black Narcissus

23
Nov20

Adaptação do romance de 1939 de Rumer Godden.

Mopu, Himalaias, 1934. Um palácio remoto no topo de um penhasco antes conhecido como a 'Casa das Mulheres' guarda muitos segredos obscuros. Quando as jovens freiras de Santa Fé tentam estabelecer uma missão naquele local, seus assombrosos mistérios despertam desejos proibidos que parecem destinados a repetir uma terrível tragédia.

Uma série BBC com realização de Charlotte Bruus Christensen. Com Gemma Arterton, Jim Broadbent e Roisie Cavaliero,

Assista ao trailer.

Black Narcissus.jpg