Pedro Nogueira Photography

Junho 08 2018

Entendo que se fale do Sporting Clube de Portugal e de Bruno de Carvalho.

A situação é tudo menos normal, mas já me custa mais a entender, ou talvez não, que se fale do tema durante largas horas a fio, em dose diária e em praticamente todos os canais de televisão, ao que acresce, inúmeras referências em capas de pasquins, sejam eles desportivos ou não.

Tudo tem sido levado até à exaustão. As imagens, algumas delas, mais do que de arquivo, passam em modo loop, de forma alucinante e esquizofrénica, remetendo os paineleiros de serviço para um cantinho do ecrã, onde, também eles se repetem ad nauseam, regurgitando os mais alarves disparates, na maior parte dos casos sem saber do que falam, parecendo abutres que só aparecem quando lhes cheira a cadáver.

Não existe um real cuidado em informar e muito menos, real preocupação pelo futuro do Sporting Clube de Portugal - não se preocupem, o Sporting Clube de Portugal é como uma conhecida aldeia gaulesa - existe, isso sim e de forma descarada, a tentativa de empurrar Bruno de Carvalho para fora do clube - também se percebe porquê - independentemente de haver ou não necessidade de o fazer ou, mais importante ainda, se é essa a vontade da maioria dos sócios.

Arrisco mesmo em afirmar que caso Bruno de Carvalho sai do Clube, o principal beneficiado até nem será o Sporting Clube de Portugal, mas isso ficará para discutir mais tarde.

Não há sequer eleições marcadas mas já se apresentam candidatos na comunicação social?

Não interessa agora saber se estou contra ou a favor, quem são os outros que estão contra ou a favor seja lá do que for. O importante é não permitir que vos coloquem óculos de Penafiel.

 

Ora agora, por outro lado, deixa ver se entendo.

No carnide, temos casos como o da Porta-18, e-mails, e-toupeira, lex, aliciamento, fraude e branqueamento… Sabe-se lá mais o que dali poderá vir.

Quantas maratonas televisivas já se fizeram a esse respeito?

Onde estão os pica miolos, horas a fio na TV a cavar ainda mais fundo e a empurrar para baixo?

Candidatos presidenciais em alternativa ao 'orelhas', mesmo sem eleições marcadas, não há?

Então mas uma agremiação de bairro tão importante e nem uma linha?

Excepto as linhas da Porta 18, claro está.

 

Com a breca, grandes somos nós, os adeptos anónimos e, esses sim, os verdadeiramente notáveis, do Sporting Clube de Portugal.

Grandes e intelectualmente sérios.

Saudações Leoninas!

 

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 13:01

Abril 18 2018

Marco Melgrati nasceu em 1984 na cidade de Milão.

Em 2006 graduou-se na escola de belas artes de Santa Giulia, tendo começado a trabalhar como ilustrador freelancer em 2008.

De momento trabalha para a  'Salzman International Illustration'.

Visite Marco Melgrati no Instagram.

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 09:15

Abril 17 2018

Não existem estatísticas relativamente à altura do dia em que as pessoas vão à casa de banho defecar, já que não é algo que tenhamos especial interesse em divulgar aos nossos colegas ou amigos.

O resto está no Facebook ou no Instagram.

 

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Fevereiro 22 2018

"Pais que não disciplinam os filhos terão que sustentá-los a vida toda", Içami Tiba

 

Içami Tiba tinha razão mas o problema é que ninguém sente falta do que não conhece.

Pais que não sabem, ou sabem muito pouco do que é a educação, pensam sempre que fazem bem mas na realidade fartam-se de fazer asneira e no final pagam todos.

Neste link estão 31 frases criadas por Içami Tiba para os pais questionarem se estão a criar os filhos sem limites.

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 09:35

Fevereiro 09 2018

Diz esta notícia que "mulheres representam 70% dos portugueses sem escolaridade, mas também são elas as que têm mais cursos superiores".

Homens ou mulheres, com ou sem cursos superiores…

A única percentagem que me assusta é perceber que só para aí um em cada cem tem cultura e educação minimamente aceitável.

Independentemente das idades, fale-se do que se falar, se não for sobre a vida dos vizinhos, telenovelas ou futebol, parece sempre que se está a falar mandarim.

O resto são números para boi dormir.

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 18:14

Fevereiro 08 2018

"Trabalhadores, habilidosos e resilientes. Estas são adjectivos que nunca foram usados para descrever os millennials."

Assista a The Nature of Millennials.

 

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 Still frame do filme "The Nature of Millennials"

publicado por / published by Pedro Nogueira às 16:21

Fevereiro 01 2018

Algo a que por várias vezes já tinha aludido.

…mas eu sou só parvo.

Os filhos, quase sempre sem saberem, são usados como troféu de caça e servem de isco em redes sociais e blogs para os paizinhos saciarem o desejo de validação grotesco que é o "like".

Para isso e para fazerem passar a mensagem de que são uns excelentes paizinhos, sempre presentes, quando em muitos casos a bela foto foi o único momento a que tiveram direito a atenção ou que estiveram mesmo na presença do progenitor(a).

Um dia são agarrados à porta da escola e depois a culpa é do telemóvel do colega do lado, pois então.

O Caco Antibes é que sabia...

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 12:55

Janeiro 23 2018

"Helicópteros e 'drones' podem vir a controlar velocidade nas estradas portuguesas."

"Governo pondera também instalar mais radares e inibir o sinal de telemóvel ao volante."

São os títulos desta notícia.

Para que serve então o 'Blue&Me' e outros sistemas similares?

Não estou a defender o uso do telemóvel ao volante. Que não haja contemplação. Quanto a mim deveria, no mínimo, obrigar a novo exame de condução e inibição de conduzir por um longo período de tempo.

Proíbam também os condutores de ir a comer ou a fumar dentro dos carros. Bem mais perigoso, apesar de tudo, do que o telemóvel.

Um telemóvel que cai para o meio das pernas não causa o mesmo efeito que uma beata acesa ou uma bola de gelado, como eu já assisti, e também não intoxica as crianças inocentes que vão dentro desses automóveis, vítimas de pais ordinários.

Que tal inibir primeiro o sinal de telemóvel nas salas de espectáculo e nos museus e acabar com as redes Wi-Fi nesses locais?
Isso e que era de valor.
Se a labregagem não se sabe comportar, tira-se-lhes a chucha.

Quem cumpre, tem de pagar por labregos?

Pelos vistos, sim, mas prefiro não levar com um automóvel em cima por causa de um ordinário ou de uma sopeira que vai a consultar o Facebook enquanto conduz ou deixar de ouvir telemóveis a tocar no cinema do que aturar novos-ricos sem maneiras.

Saloios armados em gente, vejam lá isso!

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 15:35

Dezembro 31 2017

Estaciona-se já aqui junto à parede, mesmo que fique em sentido contrário.

Não há quem mande esta corja de emergentes, de volta para debaixo da pedra de onde saíram a rastejar?

 

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publicado por / published by Pedro Nogueira às 13:22

Dezembro 30 2017

Toda a gente, nem que seja uma vez na vida, faz aquelas resoluções bacocas para o novo ano e geralmente desiste a dia 2 ou 3 de Janeiro.

Se bem me lembro, nunca o fiz mas como há uma primeira vez para tudo, vou fazer uma tentativa para abolir os emojis da minha vida. Não que use e abuse disso. Mas um emoji em lugar de uma palavra, é um emoji a mais.

Porquê?

Porque gosto de ironia, de sarcasmo e de perceber se as pessoas entenderam o que escrevo e na maior parte dos casos parece-me que são como aqueles espectadores que assistem aos "Malucos do Riso" e só se riem quando aparecem umas gargalhadas gravadas em fundo a avisar "É para rir agora!", como se aquilo tivesse alguma coisa para fazer rir, fosse em que segundo fosse.

Por isso e por já haver filmes com emojis onde até o emoji cagalhão é cabeça de cartaz, penso que está na hora de voltar a escrever como as pessoas e deixar os ":p"; ":)"; ":(" e outros quejandos para as pitas com glitter nas unhas.

Para a maioria irá parecer hebraico, já que só conseguem ler pinturas rupestres mas pelo menos vou tentar.

Não sei se conseguirei ser 100% rigoroso e se não conseguir os mínimos olímpicos, serei mais um com uma resolução bacoca que redundou em zero, o que também não é grave.

 

*Não me venham com a tanga de que ajuda porque ao vivo é a mesma coisa. Em 99% dos casos não entendem o sarcasmo. Rir de uma graçola própria é um bocado estúpido e se ficarmos sérios como é suposto, não apanham uma.

 

Tenham um Feliz 2018!

publicado por / published by Pedro Nogueira às 13:50

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