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Pedro Nogueira Photography

Um blog para mostrar as minhas fotos e para escrever sobre tudo o que me vier à cabeça …assim haja tempo.

All Quiet On The Western Front

13
Set22

Esta será a terceira versão cinematográfica adaptada da obra homónima do romancista Erich Maria Remarque, tendo sido a primeira do realizador Lewis Milestone e vencedora do Óscar de Melhor Filme (1930). A segunda, menos conhecida, foi realizada por Delbert Mann (1979).
Esta versão tornar-se-á provavelmente no filme alemão mais caro da Netflix.
A história passada durante a Primeira Guerra Mundial, acompanha os adolescentes Paul Baumer e os seus amigos Albert e Muller que se alistam voluntariamente no exército alemão, cavalgando uma onda de fervor patriótico que rapidamente se dissipa quando enfrentam as realidades brutais da vida na frente de batalha. Os preconceitos de Paul a respeito do inimigo e os acertos e erros do conflito logo desmoronam. No entanto, até à contagem decrescente para o armistício, Paul tem de continuar a lutar até o fim sem qualquer objectivo para além de ter que satisfazer o desejo dos seus superiores em acabar com a guerra através de uma ofensiva alemã.
Um filme de Edward Berger com Daniel Brühl, Albert Schuch e Sebastian Hülk.
Assista ao trailer.

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E vocês, já viram a ‘Glória’?

12
Nov21

Sem spoilers, posso dizer que apesar de tudo, vale a pena ver a série.

Não deixem de ver nem de dizer que gostaram só porque a série é portuguesa. De certeza que já todos viram bem pior e aplaudiram. Se não gostarem, digam também :)

Qualidade áudio deixa muitíssimo a desejar - conforme já referi em post anterior - o que é imperdoável. Quase desisti ao primeiro episódio graças a isso. Se tivessem gasto menos em tabaco, talvez tivessem tido orçamento para fazer melhor.

Alguns actores com interpretações que, como diria a minha avó, valha-me Deus, de tão fraquinhas que são. Muitos clichés, como um ministro com vida dupla, um soldado que na guerra do Ultramar dá um tiro num pé para voltar para casa. O jovem engenheiro que dá a volta à cabeça da saloinha lá da terra e mais alguns que agora não me lembro.

No entanto não deixa de ser um thriller de espionagem com um enredo interessante.

A acção decorre em 1968, anos finais da ditadura e durante a Guerra Fria, na aldeia Glória do Ribatejo, no centro de rádio retransmissão ‘RARET’, que servia para transmitir propaganda ocidental para os países do Bloco de Leste.

É precisamente na 'RARET' que trabalha o protagonista, um jovem engenheiro que apesar de filho de um dirigente do Estado Novo, é nada mais, nada menos que um recruta do KGB.

* palpita-me que não se vai ficar pela 1ª temporada.

** Obrigado ao SAPO pelo destaque dado a este post.

 

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Terá sido para a PIDE não ouvir?

08
Nov21

Se a série “Glória” atingir a dita, não será certamente graças à péssima qualidade do áudio.

A série portuguesa que estreou na Netflix até era capaz de se ver bem, não fosse a qualidade das pistas de áudio das vozes ser paupérrima. O volume tem de estar num tal nível para se perceber o que aquela gente diz que quando entram as pistas com banda sonora, um indivíduo até tem de pôr queijo nos ouvidos. Ou é isso ou falam todos para dentro. À bela maneira tuga, talvez tenha sido a forma que arranjaram para dar um ar mais dramático à coisa. É pena, mas a qualidade do áudio arrasta a Glória para a lama.
Terá sido para a PIDE não ouvir? :)

* a partir do 4º episódio já está melhor.

Glória 650px.jpg

A sério, só essas duas?

09
Ago21

Encontrei este artigo no SAPO e 'Qual foi a última vez que viste uma série não americana?' é a pergunta que deixam no ar.

Dizer que se vêem séries não americanas e ficarem-se por 'La Casa de Papel' e 'Peaky Blinders' é não ir além do óbvio. É como pensar que por se comer pizza e hambúrgueres já se é um conhecedor da cozinha internacional.

Eu pergunto a mim mesmo 'Quando foi a última vez que vi uma série americana?'

Para quem como eu vê Netflix, deixo aqui parte da lista de séries não americanas que já vi e que batem aos pontos muito do lixo bem cotado que por lá anda.

Uma melhores, outras piores, mas, quanto a mim, diferentes para melhor relativamente ao mainstream.

A ordem é alfabética, nada mais do que isso.

13 Mandamentos (Bélgica)

1983 (Polónia)

A Revolução (França)

A Traidora (Reino Unido)

Bárbaros (Alemanha)

Black Earth Rising (Reino Unido)

Capitani (Luxemburgo)

Collateral (Reino Unido)

Criminal: Reino Unido (Reino Unido)

Deadwind (Finlândia)

Delhi Crime (Índia)

Fuga para o Lago (Rússia)

Giri / Haji (Reino Unido / Japão)

Jogos Sagrados (Índia)

Lodo (Polónia)

Lupin (França)

Marcella (Reino Unido)

Morte no Bosque (Polónia)

O Bando (Reino Unido)

Os Crimes de Valhalla (Islândia)

Os Ladrões do Bosque (Bélgica-Holanda)

Peaky Blinders (Reino Unido)

Rebellion (Irlanda)

Stateless (Austrália)

The Code (Austrália)

The Serpent (Reino Unido)

The Spy (França)

The Stranger (Reino Unido)

Tribes of Europe (Alemanha)

Undercover (Bélgica-Holanda)

Wallander (Suécia)

White Lines (Reino Unido)

Znaki (Polónia)

De facto, existem mesmo extraterrestres…

03
Ago21

…embora de uma espécie de baixo QI, vivem entre nós e legendam filmes e séries para a Netflix.

UFO é o acrónimo para ‘Unidentified Flying Object’ e em português o acrónimo correspondente é OVNI e significa ‘Objecto Voador Não Identificado’. Posto isto, porque diabo há gente tão ignorante que permite que outros da mesma igualha escrevam ‘OVNI’ com acento agudo no ‘O’?

A pergunta é retórica já que duvido que os apreciadores deste tipo de conteúdo notem a diferença.

Para terminar, permitam-me referir que o plural de OVNI é OVNIs e quanto a 'Projetos' é fruto de outra aberração do além que dá pelo nome de AO90 e que apenas merece o meu desdém.

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Bridgerton

09
Jan21

Uma vez que comecei, fui até ao fim. Com muito esforço vi os 8 episódios de “Bridgerton” e posso afirmar que está para as séries de TV, como as canções da Eurovisão estão para o mundo da música.

Não passa de uma telenovela rasca - perdoem-me a redundância – à qual acresce as legendas.

O trágico é que dá todos os sinais de que se vai estender por mais temporadas.

Percam o vosso tempo à vossa inteira responsabilidade.

Lupin

04
Dez20

Ainda adolescente, a vida de Assane Diop deu uma volta quando o seu pai morreu após ser acusado de um crime que não cometeu. 25 anos depois, Assane usará "Arsène Lupin, Gentleman Cambrioleur" como sua inspiração para vingar o seu pai.

Série inspirada nos famosos romances policiais franceses de Maurice Leblanc, publicados no início do século XX.

Estreia marcada para 8 de Janeiro na Netflix.

Assista ao trailer.

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Black Narcissus

23
Nov20

Adaptação do romance de 1939 de Rumer Godden.

Mopu, Himalaias, 1934. Um palácio remoto no topo de um penhasco antes conhecido como a 'Casa das Mulheres' guarda muitos segredos obscuros. Quando as jovens freiras de Santa Fé tentam estabelecer uma missão naquele local, seus assombrosos mistérios despertam desejos proibidos que parecem destinados a repetir uma terrível tragédia.

Uma série BBC com realização de Charlotte Bruus Christensen. Com Gemma Arterton, Jim Broadbent e Roisie Cavaliero,

Assista ao trailer.

Black Narcissus.jpg

Diana Rigg

11
Set20

Os mais novos e distraídos talvez só a conheçam como Olenna Tyrell, na série ‘Game of Thrones’.

Lembro-me dela na série ‘The Avengers’, 1961-1969 e como Bond Girl em ‘On Her Majesty's Secret Service’, 1969, altura em que o papel de James Bond estava entregue a um tal de George Lazenby.

Morreu ontem aos 82 anos a única mulher que casou com James Bond.

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Diana Rigg (Olenna Tyrell) ‘Game of Thrones’

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Diana Rigg (Emma Peel, Lola) ‘The Avengers’

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Diana Rigg (Tracy) ‘On Her Majesty's Secret Service’