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Pedro Nogueira Photography

Um blog para mostrar as minhas fotos e para escrever sobre tudo o que me vier à cabeça …assim haja tempo.

Porque os néscios não param de me espantar

16
Jan19

Como já só vejo disto no Facebook (novamente), para o grupo de pessoas que come gelados com a testa, aqui fica a minha versão actualizada e corrigida.

Em resposta às novas directrizes da Junta de Freguesia local e, em particular na decisão de frequentar ou não o Café da Vila após 1 de Janeiro de 2016, nos termos dos artigos Super Bock 001, Super Bock 002 e Super Bock 003 do código de propriedade pevidal e tremoçal, quero aqui declarar que os meus direitos estão ligados a todos os meus dados pessoais (anedotas, chalaças, guarda-roupa, lista não exaustiva) publicados no meu perfil. Apesar de expor o que me apetecer da minha vida aos outros e para todo o mundo de forma indelével e irreversível, proíbo toda a gente de vir bisbilhotar, divulgar ou fazer fofoca com base neste perfil e nessa informação. Para uso comercial de fotos do meu lindo corpo é necessário o meu consentimento escrito em papel azul de 25 linhas e selo branco, em todos os momentos.
Roubem as indústrias multinacionais de software, discográfica e cinematográfica obtendo cópias piratas de tudo e mais alguma coisa mas não toquem nas fotos dos meus gatos.
O conteúdo do meu perfil contém informações privadas, tão privadas que por motivos de segurança nem falo delas em casa, apenas as coloco na internet. Aí sim, sei que estão seguras.
A violação da minha privacidade é punida pela lei (rococó mil nove e troca o passo e o estatuto da Pastelaria Roma – Não cobiçarás o Duchaise alheio).
O Facebook, perdão, o Café da Vila agora é uma entidade de capital aberta. Todos os membros são convidados a colocar um aviso deste tipo, ou se preferirem, podem copiar e colar esta versão. Se você não publicou esta declaração pelo menos uma vez, está a permitir tacitamente a utilização de elementos como as suas fotos e informações contidas na actualização de perfil para qualquer assunto relacionado com a língua viperina local ou outros.
You have been warned!
Tenho dito.

Se gostarem de costeletas de borrego façam 'like', se preferirem spaghetti carbonara façam 'share'

…e já agora, Carlos Jorge, come antes uma peça de fruta que te faz melhor, rapaz!

Hey! Parents! Leave them kids alone

01
Fev18

Algo a que por várias vezes já tinha aludido.

…mas eu sou só parvo.

Os filhos, quase sempre sem saberem, são usados como troféu de caça e servem de isco em redes sociais e blogs para os paizinhos saciarem o desejo de validação grotesco que é o "like".

Para isso e para fazerem passar a mensagem de que são uns excelentes paizinhos, sempre presentes, quando em muitos casos a bela foto foi o único momento a que tiveram direito a atenção ou que estiveram mesmo na presença do progenitor(a).

Um dia são agarrados à porta da escola e depois a culpa é do telemóvel do colega do lado, pois então.

O Caco Antibes é que sabia...

 

Visão.jpg

Resoluções bacocas

30
Dez17

Toda a gente, nem que seja uma vez na vida, faz aquelas resoluções bacocas para o novo ano e geralmente desiste a dia 2 ou 3 de Janeiro.

Se bem me lembro, nunca o fiz mas como há uma primeira vez para tudo, vou fazer uma tentativa para abolir os emojis da minha vida. Não que use e abuse disso. Mas um emoji em lugar de uma palavra, é um emoji a mais.

Porquê?

Porque gosto de ironia, de sarcasmo e de perceber se as pessoas entenderam o que escrevo e na maior parte dos casos parece-me que são como aqueles espectadores que assistem aos "Malucos do Riso" e só se riem quando aparecem umas gargalhadas gravadas em fundo a avisar "É para rir agora!", como se aquilo tivesse alguma coisa para fazer rir, fosse em que segundo fosse.

Por isso e por já haver filmes com emojis onde até o emoji cagalhão é cabeça de cartaz, penso que está na hora de voltar a escrever como as pessoas e deixar os ":p"; ":)"; ":(" e outros quejandos para as pitas com glitter nas unhas.

Para a maioria irá parecer hebraico, já que só conseguem ler pinturas rupestres mas pelo menos vou tentar.

Não sei se conseguirei ser 100% rigoroso e se não conseguir os mínimos olímpicos, serei mais um com uma resolução bacoca que redundou em zero, o que também não é grave.

 

*Não me venham com a tanga de que ajuda porque ao vivo é a mesma coisa. Em 99% dos casos não entendem o sarcasmo. Rir de uma graçola própria é um bocado estúpido e se ficarmos sérios como é suposto, não apanham uma.

 

Tenham um Feliz 2018!

Ainda há quem se ofenda...

19
Dez17

Ainda há quem se ofenda quando se diz que a internet veio dar voz aos imbecis.

Eles estão em todo o lado que nem zombies num filme de série B.

São as sopeiras e os seus 'likes' nas selfies em frente ao espelho, o CM, a TVI, a Madonna e o Venfique, as novelas, o jet que só chega a 3,5, os pacóvios dos novos-ricos a mostrar que já não comem só pão com pão, o burgesso que não sabe desenhar um risco mas julga que sabe escrever e, pior ainda, julga que sabe pensar e por aí fora…

Isto é num jornal de economia e sobre a Bitcoin. Não queiram ir ver os comentários das notícias respeitantes ao futebol.

Se quiserem confirmar, a notícia está neste link.

 

Sobre a Bitcoin 650px.jpg

Likes, kudos e outros quejandos para massajar o ego a tolos

13
Mar17

Um título de post maior que 'Non ou a Vã Glória de Mandar' e porventura quase tão mau como o filme.

Passo a explicar mas permitam-me que deixe a minha questão central para o fim.

Não são poucas as vezes que tento chamar à atenção de algumas pessoas, na maior parte dos casos em vão, para a total ausência de valor que têm uns Kudos recebidos no Strava ou uns Likes no Facebook, Instagram ou aplicações similares.

…assim como a obrigação de os fazer. Quando é apenas para retribuir, pior ainda.

É pior que o cão atrás do rabo. Pescadinhas de rabo na boca que não acabam mais.

O importante é o que nós fazemos, se gostamos e se nos superamos.

 

-Ai a fulana tal fez-me um like na foto coiso.

-Olha o coiso deu-me kudos na volta tal.

-Tenho de lá ir fazer um like numa foto dela.

-Tenho de ir dar kudos no coiso dele.

 

Eh pah!, este último exemplo não soa lá muito bem.

 

Como eu costumo dizer, fazem scroll com o dedo médio e like com o indicador mas mais valia que enfiassem os dois pelo próprio rabinho acima.

 

Ontem, pela primeira vez e apenas a título de graçola, coloquei um vídeo no Instagram.

Uma coisa banalíssima que não tem mais do que 10 segundos de duração.
Mas é aqui que tudo começa a ficar interessante e bem elucidativo da palhaçada que é o mundo virtual porque maioritariamente é frequentado por gente de carne e osso sem interesse nenhum.

Cá vai a minha questão.

Estes néscios gostaram de quê se nada viram?

É que o vídeo tem até agora 12 vizualizações mas 104 likes, ou seja, 92 não sabem sequer em que é que fizeram like.
Se eu soubesse, tinha posto uma legenda no fim a dizer 'Your mother is a whore!'


#goplayoutside

 

InstaLikes.jpg