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Pedro Nogueira Photography

Um blog para mostrar as minhas fotos e para escrever sobre tudo o que me vier à cabeça …assim haja tempo.

Do tempo em que queríamos ser astronautas

22
Jul19

Man On The Moon Foto.jpg

A LEGO® pediu recentemente à The Harris Poll para inquirir 3 mil crianças da China, do Reino Unido e dos Estados Unidos sobre o que elas gostariam de ser quando crescerem.

Quando apresentadas as cinco profissões possíveis, a maioria das crianças no Reino Unido e nos EUA disse que queria ser Vlogger/YouTuber (30% no Reino Unido e 29% nos EUA). Em comparação, apenas 18% das crianças chinesas disseram querer ser YouTubers.

Man On The Moon Gráfico.jpg

Fonte: Techspot.

Man On The Moon Astronaut Kid.jpg

O computador da Apolo 11 (para os putos que sabem o que é a Apolo 11) tinha 32.768 bits de RAM. Um iPhone tem 4 GB de RAM ou 34.359.738.368 bits. Isto significa que tem um milhão de vezes mais memória do do que o computador que enviou o homem à lua.

O computador da Apolo 11 tinha 72KB de ROM. Um iPhone tem 512GB de armazenamento, ou seja, pode armazenar 7 milhões de vezes mais informação.

No que toca a capacidade de processamento. O computador da Apolo 11 funcionava a 0.43Mhz, cerca de 100.000 vezes mais lento do que um iPhone.

A arquitectura do chip A8 da Apple, consegue armazenar cerca de 1,6 mil milhões de transístores, capazes de processar 3,36 mil milhões de instruções por segundo. 120 milhões de vezes mais rápido que o computador da Apolo 11.

Assim sendo, não será descabido afirmar que um iPhone poderia ser usado para levar à lua, 120 milhões de Apollo 11 ao mesmo tempo.

Fonte: iDROPNEWS.

Já lá vai o tempo em que os putos queriam ser astronautas. Hoje, estes pobres néscios, querem ser YouTubers e que os pais não os incomodem, naquele que consideram ser um nobre desígnio. Deitam-se no sofá o dia todo e só têm aptidão para arrastar os polegares no ecrã do telemóvel ou no comando da PlayStation.
A juntar a tudo isto, com o mundo disponível na palma da mão e com um simples iPhone a ter uma capacidade de processamento 120 milhões de vezes superior ao computador que enviou o homem à lua, desconhecem o que se passa do ‘outro lado da rua’.

Definitivamente, we live in the era of smartphones and stupid people.

Man On The Moon Stupid Kid.jpg

Loja iServices Colombo (parte III)

21
Jan18

Independentemente da forma como acabasse, se comecei a contar a história, tinha forçosamente de a concluir.

Podem ler o primeiro e o segundo post nos respectivos links.

Este post é apenas para acrescentar que o meu problema foi resolvido.

Fizeram a recolha e entrega do meu telemóvel e substituíram-me a bateria sem qualquer custo.

Tudo está bem quando acaba bem.

Obrigado à 'iServices'.

Loja iServices Colombo (parte II)

17
Jan18

Depois da saga que contei neste post, a 'iService' comprometeu-se a fazer a recolha do telemóvel em minha casa ainda durante esta semana e a vir também entregá-lo já reparado e sem custos acrescidos para além do preço da bateria.

Ingenuamente, pensei que seria algum estafeta da referida 'iService' a vir efectuar a recolha.

Hoje, aparece-me aqui um funcionário dos CTT sem saber o que vinha recolher, sem guia, sem um nome, sem nada, já que nada, para além da morada, foi facultado aos CTT, para que a recolha do objecto fosse feita nas devidas condições. O carteiro informou-me que só veio porque pensava que essa documentação já me tinha sido enviada pela 'iService' e que estaria anexada ao telemóvel.

Assim sendo, a fantochada continua.

Até podem cá voltar mas o meu telemóvel para as mãos deles é que não vai de certeza.

Quem vai voltar à 'iService' do 'Centro Comercial Colombo' sou eu mas para fazer o que já devia ter feito. Escrever no Livro de reclamações.

Loja iServices Colombo

15
Jan18

Na loja 'iServices' do 'Centro Comercial Colombo' devem ter algum guilty pleasure em gozar com a cara dos clientes.

Ontem, tive o cuidado de telefonar para a referida loja antes de me deslocar ao local, explicando que precisava de uma bateria para o meu iPhone5 mas fazendo notar que necessitava de uma confirmação, uma vez que ia de Óbidos lá de propósito para esse efeito e não convinha fazer 180kms (ida e volta) em vão.

Responderam que não havia problema e que em 30 minutos mudavam a bateria ao telemóvel.

Lá fui. Como também precisava de trocar o botão de power que teimava em funcionar apenas duas vezes em cada dez tentativas, até me disseram que se o trocasse me fariam 50% de desconto na bateria. Óptimo. Aceitei e deixei ficar o telemóvel.

Passado uma hora, ao voltar ao balcão da loja, diz-me um dos funcionários com a maior das tranquilidades:

"Não sei se o meu colega lhe disse, mas mudámos só o botão porque baterias para o iPhone5 não temos."

Ou seja, gozaram com a minha cara e ainda me comeram EUR 59,95 da troca do botão.

Só lamento ter pago. Devia tê-los obrigado a pôr o botão velho novamente e pedir o livro de reclamações mas talvez o assunto não morra aqui.

Não sei se é prática comum da loja, mas lembrei-me apenas a posteriori que deixei lá ficar o meu telemóvel sem trazer qualquer documento (folha de obra ou outro) que provasse que o lá tinha deixado ficar. Mea culpa neste 'pequeno' pormenor.

É este o país em que vivemos.

Costumo dizer que só existem chicos-espertos quando do outro lado existe um parvo e ontem o parvo fui eu.

Galaxy S6, iPhone 6 e os anormais do costume

23
Jun15

Ler os comentários a respeito de cada teste 'Samsung vs iPhone' que surge publicado nas páginas do SAPO, é sempre uma situação de ir às lágrimas.

O desfilar de energúmenos e acéfalos e dos seus ocos comentários na tentativa de defender a marca da sua preferência como quem está a tirar a mãe da forca é, no mínimo, um case study na área da psiquiatria mas apenas para psiquiatras já com muitos anos no exercício da sua profissão, porque um qualquer estagiário, decerto deixar-se-á contagiar e entrará na mesma espiral de insanidade em menos de um fósforo.

Divirtam-se, ou não, a ler estes comentários.

 

iPhone_Galaxy

 Foto:Mobilesyrup