Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Pedro Nogueira Photography

Um blog para mostrar as minhas fotos e para escrever sobre tudo o que me vier à cabeça …assim haja tempo.

O Flautista terá de ser outro

18
Set18

Ao contrário do que hoje ilustra o cartoon de Henrique Monteiro, O Flautista de Hamelin não é o Paulo Gonçalves. Esse é apenas mais um rato - ou toupeira - Havendo justiça, o Flautista de Hamelin terá de ser a PJ ou o MP, já que na ETAR de Carnide ainda há muita ratazana para ser exterminada. Na ETAR de Carnide e onde os tentáculos do polvo encarnado já chegaram.

O Gonçalves sai, o orelhas manda salgar-lhe a cadeira e os crimes da ETAR de Carnide ficam resolvidos?

Pois então, é já seguir.

Bom, estamos num estado nacional-lampiónico, logo, tudo é possível.

Até em programas de cordel

21
Dez12

Ao que nós chegámos. Até em programas de cordel.

Nada que eu não soubesse há muito, até porque já um certo vogal do Conselho Directivo se vangloriava com isto perante mim e mais três amigos, há mais de um ano, à saída das célebres sessões de "embrutecimento" dadas por Engodinho Golpes. Na altura até gozámos com a conversa já que o indivíduo em questão é um "zé basófias" de primeira mas pelos vistos desta vez até sabia umas coisas.

Este vídeo vai à atenção dos lambuças retardados que votaram no Bilbo Baggins do Campo Grande. Hoje e sempre a cada vez mais enterrar o Sporting Clube de Portugal.

Saudações Leoninas!



Castigo em período de paragem

05
Set12

Meio ano após a ocorrência e em período de paragem de campeonato, eis que chega o castigo para o "Chiclas, o Senhor da Padra". Ainda os benfiquistas têm a distinta lata de atacar os portistas. É tudo farinha do mesmo saco.

Num país de corruptos e ladrões e era logo do futebol que queriam que viesse o exemplo.

Até o meu Sporting está cheio disso mas esses são tão cavalos que roubam dentro da própria casa.

Este país é uma permanente tragicomédia.

Marinho Neves a respeito do "sistema"

24
Fev12

Deixo aqui um excerto de uma entrevista a Marinho Neves, antigo jornalista e autor do livro "Golpe no Estádio".

 

É do foro público que o Marinho trabalhou para o Sporting contra o “sistema”. Quem foi a primeira pessoa a iniciar essa luta contra o “sistema” no futebol Português?

 

MN: Quando Dias da Cunha foi eleito presidente do Sporting, depressa se apercebeu da falcatrua que era o nosso futebol. Não sabia para que lado se havia de virar. Fui então contactado pelo seu assessor, Carlos Severino, para ver que disponibilidade tinha para trabalhar directamente com o presidente com a função de o alertar dos perigos que o clube corria. Inicialmente não me mostrei muito interessado, mas por outro lado pensei que poderia lutar por dentro e combater a corrupção, até porque a Polícia Judiciária já me tinha como consultor e não me pagava nada. Aceitei, mediante um bom vencimento e com a condição, por mim proposta, de que se não gostassem do meu trabalho despedia-me sem qualquer tipo de indemnização. Fiquei por lá seis anos, mas no meu segundo ano fomos campeões nacionais, principalmente porque o Sporting sabia com 15 dias de antecedência as armadilhas que lhes estavam a preparar. Um exemplo: 15 dias antes avisei o presidente que no jogo X que antecipava um jogo com o Porto, o árbitro da partida seria fulano e que Beto e Rui Jorge iriam ser espicaçados por esse árbitro durante o encontro para este encontrar motivos para os expulsar. No dia do jogo confirmou-se a minha informação. Num outro caso, num jogo decisivo para a conquista do campeonato, frente ao Boavista, soube que o árbitro da partida tinha ido almoçar com Valentim Loureiro, que era presidente da Liga. Avisei o presidente e todos ficaram em pânico. Não sabiam o que fazer porque não havia provas. Disse-lhes que a única coisa a fazer era Manolo Vidal, antes do jogo, quando fosse entregar as fichas aos árbitros, deveria dizer: "Então o almoço de terça-feira foi bom?" Mais nada. Quando o árbitro ouviu aquela pergunta associou de imediato a intenção do delegado ao jogo e ficou em pânico, contou-me depois Manolo Vidal. Durante esse jogo o árbitro até beneficiou o Sporting e fomos campeões. O árbitro não sabia que provas tínhamos e como era internacional, não colocou a sua carreira em risco. Mas a conquista do campeonato desencadeou uma série de invejas dentro do próprio clube e quando dei por ela estava a lutar contra gente que estava a ser paga pelo clube, mas que queria que este perdesse para conquistarem o poder e poderem fazer os seus negócios. Cheguei mesmo ao ponto de saber que os meus relatórios semanais eram entregues, por gente do Sporting, aos nosso principais inimigos, Porto e Boavista. Não sou nem nunca fui sportinguista e nunca escondi isso. Era apenas o meu trabalho.

 

A entrevista pode ser lida na sua totalidade aqui.