Pedro Nogueira Photography

Março 04 2012

V. Setúbal-1 x Sporting CP-0

Esgotou-se mais um balão de oxigénio oferecido pela entrada de Sá Pinto para o lugar de Domingos.

Só estranho é que tenha durado tanto tempo.

Mais uma primeira parte que termina sem que o Sporting CP tenha conseguido fazer um único remate enquadrado com a baliza. O Vitória de Setúbal fez quatro e um deles deu golo.

Polga e Xandão ao seu pior nível. Os centrais do Sporting CP, jogue quem jogar, voltaram a ser o elo mais fraco desta, já de si, débil equipa, como aliás já vem sendo habitual.

Uma fífia de Polga perto do meio campo que não deu golo porque o poste da baliza de Rui Patrício não deixou e pouco depois um passe mal medido de Xandão, que já tinha feito “gracinha” idêntica um pouco antes, obrigando Arias a esforço suplementar para matar o lance, acabou por estar na origem do golo dos Sadinos.

Desde o início do campeonato que venho a afirmar que se fale menos dos árbitros e que se jogue à bola. O Sporting CP continua sem jogar à bola, mas hoje, na primeira metade do jogo ficaram por assinalar duas grandes penalidades contra o Vitória de Setúbal, tendo até Capel visto um cartão amarelo por pretensa simulação. Ainda mais uma nota para a primeira parte, em que Suswam deveria ter sido expulso mas que acabou por sair impunemente aos 64 minutos, por substituição.

Ao intervalo, Sá Pinto opera duas substituições Saem Carriço e Schaars e entram Matias e Carrillo. O Sporting CP chega aos 70% de posse de bola, embora inconsequentes, pois mais uma vez, os jogadores não entendem que é nos últimos trinta metros que as coisas se resolvem e, principalmente, há que rematar à baliza. Izmailov bem que tentou aos 51 minutos mas desta feita não teve a sorte do jogo anterior.

A um quarto de hora do fim, Sá Pinto troca Polga por Rubio, apostando tudo no ataque, mas já era tarde.

O Sporting CP acaba por ter uma grande penalidade a seu favor, desta feita, inexistente, a penalizar uma suposta falta sobre Rubio. Matias, encarregue da marcação, fez o favor de desperdiçar.

Muito mais haveria para acrescentar, acontece que já me vai faltando a paciência para escrever sobre tanta desgraça continuada.

Parabéns ao Setúbal e só espero que na eliminatória da Liga Europa o Manchester City fique um pouco abaixo do record do Bayern de Munique, também frente ao Sporting em 2009, para a Champions League, em que somou 12-1 nas duas mãos. Vá lá, sejam bonzinhos e marquem só 5 em cada jogo.

Ao fim de vinte e duas idas consecutivas ao Estádio José de Alvalade, esta época, não irei estar presente na próxima 5ª feira. Acabou-se o tacho. O jogo não está incluído na minha Gamebox e o biltre do Sr. Lopes queria que eu lhe pagasse 25 euros para ir ver misérias. Acabem com os chulos dentro do Clube pois assim já poderão ter bilhetes mais baratos e encher o estádio.

publicado por / published by Pedro Nogueira às 00:36

Quando tudo é como pintas - e é - e há um que não se importa de tentar levar o barco a bom porto é normalmente compensado com um "vamos ver".

Nós sempre soubemos que o Sá Pinto estava a prazo. Porque os problemas não começaram com Peseiro nem acabaram com Domingos. Só se agravaram, qual ferida em diabético que não é tratada.

No entanto, neste momento o que se pretende não é resultados mas uma calamidade maior. (haverá maior calamidade do que ver este Grande Clube desprovido de tudo e mais alguma coisa? Duvido). E para isso Sá serve. Os serviços mínimos servem.
Teresa a 4 de Março de 2012 às 18:21

E ou se toma aquilo de assalto e à bruta e eles fogem todos com medo, mesmo antes de chegar o prazo de poderem destruir os papéis que alegadamente lhes incrimina o passado, porque a malta não é muito dada a comparecer em Assembleias Gerais, ou muito ainda de mau haverá de acontecer. Eu sei que parece, mas aquilo ainda não bateu no fundo. Ainda falta vender os direitos de superfície do Estádio e a Academia. Dantes treinava-se no pelado ao lado dos pavilhões e ganhavam-se campeonatos. Hoje não temos pavilhão, treina-se numa espécie de Country Club de luxo mas não se ganha nada. Venda-se a Academia. Assim, como assim, ao ritmo que estão a vender putos para pagar ordenados, qualquer dia já não há ninguém para treinar lá.

Quanto ao Estádio, vendam-se então os direitos de superfície e passem a chamar-lhe, por exemplo, “Estádio Já Foste Oh Visconde”


O problema é que entre o fundo onde se encontra e o fundo do fundo (uma expressão da minha filha quando tinha os seus 3 anos - como eu adoro os putos e os seus dixit ) e se nada for feito antes de atingir o último é que a viagem torna-se mais lenta, dolorosa e inevitável.

É que agora, ao bater no fundo mas antes de atingir o FF, as medidas terão de ser trágicas e exigem uma coragem que não vejo ninguém a ter.

Abraço e uma Boa Semana!

Teresa

Esse é o grande problema. Pegar no F antes de bater no FF.

Está tudo novamente à espera do D.Sebastião mas parece-me que ainda não é desta que ele aparece.

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