Pedro Nogueira Photography

Novembro 12 2011

Dois pequenos filmes documentais que merecem ser vistos.

 

O primeiro, sobre a destilaria Breuckelen. A primeira a existir em Brooklyn desde a Lei Seca.

“Foi um desafio para as pessoas me levarem a sério. Falei com empresas imobiliárias, canalizadores, disse-lhes que tinha ficado sem emprego, tinha algum dinheiro e estava a pensar abrir uma destilaria. A maioria destas pessoas olhava para mim ou falavam comigo como se eu fosse doido.”

The Distiller

O segundo, a respeito do escritor Joel Bukiewicz que se tornou fabricante de facas, criando a Cut Brooklyn.

“A diferença entre as minhas facas que passam vinte horas nas minhas mãos durante todo o processo de fabricação e uma faca feita na Alemanha, por dez robots diferentes e em vinte minutos, está nos detalhes.
Tem de existir um elemento humano no fabrico destas coisas.”

The Knife Maker 

É bom saber que ainda há quem aposte no trabalho artesanal mas é triste perceber que de uma forma geral, cada vez há menos pessoas a atribuir o real valor e a acreditar neste tipo de iniciativas.

publicado por / published by Pedro Nogueira às 14:37

Cada vez menos. O que é uma pena porque é assim - e não por se falhar um Euro ou um Mundial - que os Povos vão perdendo a sua identidade e procurando, desesperadamente, coisas "mais leves" (na exigência, na qualidade) importadas dos 4 cantos do Mundo mas que passados uns anos nada sobreviveu verdadeiramente.

No outro dia dizia uma amiga de uma amiga do Facebook que tinha postado as fotos dos filhos a celebrar o Halloween na escola "é isso mesmo, chique que é chique celebra o Halloween. O Pão por Deus é para pobre"
Teresa a 13 de Novembro de 2011 às 13:33

Enfim, pobres diabos. Eu diria antes “Gebo, que é gebo, celebra o Halloween” mas OK.


Se a Teresa soubesse as vezes que eu me interrogo “Mas estes atrasados mentais celebram o Halloween a propósito de quê?”


Se por um lado se percebe o interesse comercial para vender lixo que sobra do Carnaval, por outro, não paro de me espantar que afinal ainda somos mais gebos do que os americanos.

Estou a imaginar, tentarmos convencer os americanos a celebrar o Stº António ou algo do género :p



O problema não é serem praticantes ou religiosos (curiosamente a senhora dos filhos halloweenicos também posta as fotos das comunhões dos piquenos) é o chafurdar da tradição, o reinventá-la para se adaptarem à condição social e económica do momento....

Não fazes ideia (espero ) a quantidade de idosos por este País fora que não conhece os netos (que viajam para a neve no Inverno e Trópicos no Verão) nem nunca visitaram as casas xpto dos filhos na capital.

O trabalho artesanal só sobrevive (atenção: SOBREvive) se vier com um Gourmet perspegado a dourado e arranjares um tonto qualquer que jure ser um Must Trend.
Teresa a 13 de Novembro de 2011 às 13:38

Não vou ser muito politicamente correcto, mas normalmente também nunca sou nem defendo que se deva ir por aí, como tal, lá vai mais uma farpa.


Podíamos resumir isso, afirmando que são gebos que nunca tiveram nada e que de repente querem parecer gente. Têm, na sua maneira de pensar, que esconder as origens (como se conseguissem ou fosse algum crime ser de que sítio for), daí não poderem trazer os pais à cidade. São dos tais que abandonam os velhos nos hospitais.

Eu hoje estou em brasa.


Isto ainda deve ter sido fruto da tirada de ontem do mariscador de tremoço e de uma “vaca” que esteve a ruminar ao meu lado, ontem no cinema, até aos dez minutos finais do filme. O balde das pipocas parecia que não tinha fim.

Cinema só nas sessões da meia-noite e a meio da semana. Ao fim-de-semana, é impensável. Estou farto de saber que assim é, não sei porque é que insisto. Como se não bastasse ainda tive de mandar uma “boca” pouco simpática para o ar porque a dengosa, aos cinco minutos de filme ainda estava com o “farol de Alexandria” acesso, em cima da minha cara, a mandar sms. A solução da Teresa, que já sabe que eu fervo em pouca água, foi logo querer mudar de lugar mas eu disse logo que não mudava, mudasse a outra, ou que ficasse na tasca lá do bairro de onde veio. Foi remédio santo, acabou-se logo o telemóvel.

Eram quatro casais. Um dia destes ainda sou linchado à saída.

Quanto ao Gourmet, é tal e qual isso. Uma sandes de couratos, comprada numa roulotte, num prato enfeitado e comem daquilo como se fosse pato com laranja.


Oh Pedro tu arranja-me um filme de jeito para seres linchado...

Cada vez se comportam pior e quando em espaços fechados - no escritório, no cinema... no facebook - mais se nota e mais incomoda.

Mas quem teve a bendita ideia de vender pipocas e quejandos para levar para dentro da sala de cinema? Quer lanchar, lancha antes de entrar, certoooo??? (aqui há uns tempos o meu filho passou a proibir as pipocas com um fervor que achei suspeito e ao perguntar-lhe o porquê ele contou-me que um colega dele trabalhara nas pipocas do cinema lhe disse que um colega tinha sido despedido por ter sido apanhado a urinar lá para dentro... juntem isso ao facto das pipocas estarem ali sabe-se làhá  quanto tempo e em que condições e percebam de uma vez por todas a javardice - do gesto, do acto e de saúde - que isso significa)

Mas a pipoca entra para o rol das estupideses que se adoptaram sem se perceber muito bem porquê...

Tem de ser num candidato a Óscares.
O problema é que aquilo não só é premitido como é incentivado.
Percebe-se porquê. Dá mais lucro que o próprio bilhete.
Essa de urinar nos pipocas... Há malucos para tudo.


Quanto a malucos estamos falados... é dentro é fora é por todo o lado e quem é normal arrisca-se a ser linchado por uns energúmenos* que não merecem o espaço que ocupam num planeta sobre-populado ahahahah

Quanto ao Idos... não sei... achas? Era bom. Prometo que fico em pé para ver o Clooney e o Ryan subir ao palco... sou até capaz de meter férias no dia a seguir... o coração já não está para tanto charme overload ahahahaha


( às vezes os meus (pobres - viver comigo é uma tribulação) filhos querem-me falar de gente dessa e eu corto assim: "é pessoa que eu convide para a mesa de Nata?" e eles "mas mãe..." ao que respondo "estamos conversados" )

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