Pedro Nogueira Photography

Setembro 30 2016

publicado por / published by Pedro Nogueira às 13:50

Setembro 30 2016

"Homem deixa de fugir de guerra na Síria para proteger os gatos que ficaram para trás"

 

Entendo perfeitamente este homem. Penso que faria o mesmo.

Longe da hipocrisia das pessoas e perto dos animais, mesmo correndo o risco de levar uma morteirada nas costas.

É uma frase cliché, eu sei, mas quanto melhor conheço as pessoas, mais gosto dos animais.

Aqui fica o link para a notícia.

 

publicado por / published by Pedro Nogueira às 12:48

Setembro 29 2016

Sim, eu sei. Não é o Chateau d’If, é o Forte de Peniche :)

 

publicado por / published by Pedro Nogueira às 14:16

Setembro 28 2016

...de um tema já gasto mas que eu gosto e me parece sempre diferente.

 

publicado por / published by Pedro Nogueira às 13:33

Setembro 27 2016

Uma vez tomada a decisão de não dar ouvidos mesmo aos melhores contra-argumentos:

Sinal do carácter forte e também uma ocasional vontade de se ser estúpido.

Friedrich Nietzsche

 

publicado por / published by Pedro Nogueira às 11:50

Setembro 26 2016

publicado por / published by Pedro Nogueira às 16:46

Setembro 26 2016

Decisões sobre assuntos importantes não devem ser tomadas por apenas uma pessoa.

Textos Xintoístas

 

publicado por / published by Pedro Nogueira às 00:21

Setembro 25 2016

Lo supe siempre. No hay nadie que aguante la liberdad ajena; a nadie le gusta vivir com una persona libre. Ése es el precio que tienes que pagar: la soledad.

Chavela Vargas

 

* Soube-o sempre. Não há ninguém que aguente a liberdade alheia; ninguém gosta de viver com uma pessoa livre. Se és livre, esse é o preço que tens de pagar: A solidão!

 

publicado por / published by Pedro Nogueira às 14:30

Setembro 25 2016

Fotos tiradas durante uma volta de BTT.

39,0 kms - Média 17,6 km/h - Acumulado positivo 471 metros.

 

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Setembro 23 2016

Era uma vez um cacto que se apaixonou por um balão.

Um do género masculino, outro do género feminino. É sempre bom sublinhar isso :)

Embora nesta história, pouco importa quem é quem em matéria de géneros.

Um amor impossível surgia, já que ao mais pequeno toque do cacto no frágil balão faria com que este desaparecesse para sempre.

Os dois conversavam e expressavam o quanto um amava o outro mas como não podia haver um abraço ou um beijo, aquele romance teve um fim.

O cacto desapareceu e o balão ficou desolado.

Algum tempo depois, um belo cacto, liso como o vidro bateu à porta do balão:

Balão: Olá, em que posso ajudá-lo?

Cacto: Não me estás a reconhecer?

Balão: És tu meu amor?

Cacto: Sim, sou eu.

 

O abraço foi instantâneo, ambos se amavam mais do que tudo.

 

Balão: Mas, meu amor, o que aconteceu com os teus espinhos?

Cacto: Dei-me ao trabalho de arrancar um por um.

Balão: E não doeu meu amor?

Cacto: Doeu, e muito, mas doeria muito mais ficar sem poder te tocar.

 

Moral da história: Se há amor, nada é impossível, porém é necessário que haja sacrifício.

 

Ao que eu acrescento: E não se tomarem decisões de forma unilateral e apresentá-las como facto consumado quando se trata de um assunto que influenciaria de forma permanente a vida em comum quer do cacto, quer do balão.

 

Só em conjunto, o cacto e o balão poderão escolher o melhor final porque a felicidade só é real quando é partilhada.

publicado por / published by Pedro Nogueira às 01:03

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