Pedro Nogueira Photography

Novembro 17 2012

Não deixa de ser curioso, continuar a ouvir algumas vozes indignadas pelo facto de ter havido uma carga policial em frente à assembleia da república, em Lisboa, depois de estes terem estado umas horas a levar com pedras da calçada arremessadas por arruaceiros sem que 99% dos restantes manifestantes nada fizessem para por termo a esse tipo de comportamento, logo, terem sido coniventes com o mesmo.

Sem estar a defender a polícia e também o que não tem defesa, ou seja, toda a corja política, da esquerda à direita, que tem governado Portugal desde 1974, continuo sem perceber porque é que qualquer gesto para repor a ordem pública é considerado um gesto fascista ou PIDEsco, o que me leva à seguinte questão.

Porque é que não vão viver para a China?

Aí a vida é bem mais pacífica, não falta trabalho e last but not least, os direitos humanos são sempre respeitados.


publicado por / published by Pedro Nogueira às 15:00

Pode ser - duvido! - que mudes de ideia quando tiveres o azar de querer voltar para casa (que por acaso é numa das ruas de fuga)  e sejas empurrado rua abaixo à bastonada (só porque és jovem e foste apanhado na debandada).
Mas claro, o que é uma bastonada em comparação com tanques na Praça Tian'anmen?...

É sempre tudo relativo quando a pimenta não é no nosso... ainda bem que ao Amigo do meu filho não apanharam nenhum órgão vital e as negras desaparecerão, mas se lhe têm acertado como queriam podias sempre enviar um Postal em Chinês para a mãe dele.

Como a única vez que tive problemas idênticos esperava para entrar no antigo Estádio José de Alvalade para um espectáculo musical. A Polícia achou que à bastonada impedia que empurrassem as grades, e acertou na primeira gorda que viu - EU! - por isso sei o que dói ser vítima inocente porque - como é que tu dizes? - não impedi que os outros empurrassem as grades, logo fui conivente?!?!  Oh Pedro
Teresa a 20 de Novembro de 2012 às 12:10

Eu não defendo a polícia até porque como diz o povo, nunca aparece nenhum quando precisamos dele. Passar multas de trânsito e dar porrada é a especialidade das nossas forças policiais mas acontece que para o fazerem também ajuda que o povo se ponha a jeito, salvo algumas infelizes circunstâncias de se estar no local errado à hora errada, como são os casos que refere.
Normalmente os que dão porrada apenas descarregam frustrações porque o salário é baixo e lá em casa manda a Maria, se bem que também já foi pior, pois o tempo dos “burros cinzentos” com a 4ª classe mal tirada, felizmente, já lá vai. (Será?)
Há também os frustrados que o são por serem bons polícias e se cansam de arriscar a pele a prender criminosos para apenas verificarem que à 2ª feira os mesmos já estão a almoçar em casa.
Relativamente à manif em causa, se eu, numa hipótese meramente académica, lá tivesse estado, tinha-me dirigido ao 1% que arremessava pedras e tinhas-lhe pedido para parar e caso não o fizessem, punha-me a andar porque estava visto que o resultado seria aquele que foi.
Meia dúzia de putos chungosos suburbanos, certamente pertencentes a claques de futebol, que nunca trabalharam na vida e sabe-se lá se estudam sequer só conseguem fazer aquilo com a conivência dos restantes presentes, até porque estiveram mais de uma hora naquilo, o resto são cantigas.
Ninguém fez nada porque, cobardemente, estavam a gostar do espectáculo e nunca esperaram comer por tabela.

Se assim é como dizes porque não identificou, e prendeu, a Polícia esses tais e deixou o resto?

Tão longe é daqui a pegas como de pegas aqui, Pedro.

Se as pessoas que lá estavam se podiam dirigir aos chungas  porque não o fizeram os polícias? À Paisana que os havia e os outros?

Eu digo-te porquê. Porque o Ministro queria uma demonstração de força. Conseguiu-a. Parabéns! Só que sem o efeito desejado. Da próxima serão muitos mais e não dos que não mereciam as cacetadas que levaram...


O miúdo de que falo voltava da Universidade e nem sabia que a Manifestação tinha descambado. Preparava-se para subir ao quarto alugado quando foi selvaticamente  agredido e impedido de entrar sequer no prédio onde mora. Não vejo nada de cobarde nesse moço. Nem no jornalista da Lusa que sofreu o mesmo.

Ao Povo não é exigido manter a ordem mas à Polícia. Ou isso também mudou? Já lá vai o tempo - exactamente esse que não queres ver mencionado quando estas coisas se passam - que eram usadas pessoas para denunciar o que sabiam - ou inventavam - de alguém, batia-se à porta, e ossos na choldra com eles, na melhor das hipóteses. Era o que mais faltava!
Teresa a 20 de Novembro de 2012 às 17:24

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